• Dinheiro e boa moral — Poderá ter os dois?
“Muitas vezes noto que estou querendo comprar algo só porque está em promoção. Algo de que na verdade não preciso e que provavelmente nem posso comprar.” — Anna,* Brasil.
“Às vezes meus amigos me convidam para sair e fazer coisas que envolvem gastar muito dinheiro. Eu quero estar com eles e me divertir. Ninguém gosta de dizer: ‘Não posso ir porque não tenho dinheiro.’” — Joan, Austrália.
VOCÊ acha que nunca tem dinheiro suficiente para gastar? Se ao menos a sua mesada fosse um pouco maior, poderia comprar aquele jogo que você tanto quer. Se tivesse um salário melhor, você poderia comprar aqueles sapatos de que “precisa”. No entanto, em vez de se preocupar com o dinheiro que não tem, por que não aprende a controlar o dinheiro que recebe?
Se você for um jovem que mora com os pais, talvez pense em esperar até sair de casa para aprender a administrar seu dinheiro. Mas isso seria igual a pular de um avião sem antes ter aprendido a usar um pára-quedas. É verdade que uma pessoa talvez descobrisse como usá-lo enquanto cai rapidamente para a terra. Mas teria sido muito melhor se, antes de pular, tivesse aprendido os princípios básicos de seu funcionamento.
Da mesma forma, a melhor época para aprender a administrar dinheiro é antes de se confrontar com as duras realidades financeiras da vida. “O dinheiro é para proteção”, escreveu o Rei Salomão. (Eclesiastes 7:12) Mas só será assim se você aprender a controlar seus gastos. Isso fará com que se sinta mais confiante, e aumentará o respeito que seus pais têm por você.
Aprenda o básico
Já perguntou a seus pais o que está envolvido em manter uma casa? Por exemplo, você tem idéia de quanto custa luz, telefone e água por mês? E que dizer de manter um carro, comprar comida e pagar o aluguel ou o financiamento do imóvel? Talvez ache que esses assuntos são chatos. Mas lembre-se de que você ajuda a gerar essas despesas. Além disso, se um dia sair da casa de seus pais, você é que terá de pagar essas coisas. Por isso, seria bom ter uma idéia acerca delas. Peça a seus pais para ver algumas dessas contas e ouça com atenção à medida que eles explicam como fazem um orçamento para pagá-las.
Por que não pedir a seus pais que lhe mostrem como se faz um orçamento?
“O sábio escutará e absorverá mais instrução, e homem de entendimento é aquele que adquire orientação perita”, diz um provérbio bíblico. (Provérbios 1:5) Anna, citada antes, diz: “Meu pai me ensinou a fazer um orçamento, e ele me mostrou a importância de ser organizado ao administrar o dinheiro da família.” Também, sua mãe ensinou-lhe outras lições práticas. “Ela me mostrou o valor de comparar preços antes de comprar”, diz Anna, e acrescenta: “Minha mãe fazia milagres com pouco dinheiro.” Como Anna se beneficiou disso? “Agora sou capaz de administrar meu próprio dinheiro. Controlo cuidadosamente o que gasto e assim não tenho dívidas desnecessárias, o que me faz sentir livre e tranqüila.”
Reconheça os desafios
É verdade que controlar o que se gasta é mais fácil na teoria do que na prática, ainda mais se você receber mesada ou salário e morar com seus pais. Por quê? Porque provavelmente seus pais pagam a maioria das contas, de modo que você fica com a maior parte de seu dinheiro para gastar como bem entender. E isso pode ser divertido. “Para mim é fácil gastar dinheiro, e é algo que eu gosto muito de fazer”, admite Paresh, um jovem na Índia. Sarah, da Austrália, concorda, dizendo: “Comprar coisas me faz vibrar.”
Além disso, seus amigos talvez o pressionem a fazer isso ultrapassando limites razoáveis. Ellena, de 21 anos, diz: “Fazer compras tornou-se uma das principais fontes de entretenimento para minhas amigas. Quando saímos juntas, parece existir uma regra implícita: para se divertir você tem de gastar dinheiro.”
É natural querer ser aceito pelos amigos. Mas pense: ‘Quando saio com meus amigos, gasto dinheiro porque posso ou porque me sinto obrigado a fazer isso?’ Muitos fazem assim para tentar aumentar sua popularidade. Essa tendência pode levar a sérios problemas financeiros, ainda mais se você tiver cartão de crédito. Suze Orman, consultora financeira, alerta: “Se você sente a necessidade de impressionar outros pelo que tem em vez de pelo que é, corre o sério risco de usar mal o cartão de crédito.”
TER MAIS DINHEIRO É A SOLUÇÃO?
Será que simplesmente ter mais dinheiro seria a solução para seu problema com o controle de seus gastos? “Todos nós achamos que um salário maior seria a solução para as nossas preocupações financeiras, mas normalmente não é isso o que acontece”, diz Suze Orman, consultora financeira.
Para ilustrar: Se estivesse dirigindo um carro, mas não conseguisse controlá-lo, ou se tivesse o hábito de manobrá-lo de olhos fechados, será que colocar mais combustível faria você sentir-se mais seguro? Será que assim chegaria ao seu destino são e salvo? Da mesma forma, se não aprender a controlar o que gasta, ganhar mais dinheiro não vai melhorar sua situação.
Em vez de estourar o limite de seu cartão de crédito ou de gastar seu salário de uma só vez, por que não faz como Ellena? Ela diz: “Quando saio com amigos, penso antes no que vou gastar e estipulo um limite. Meu salário vai diretamente para o banco, e só retiro a quantia necessária para a ocasião. Também acho melhor fazer compras com amigos que sabem usar bem seu dinheiro e que me incentivarão a comparar preços em vez de comprar a primeira coisa que vejo.” — Provérbios 13:20.
Lições que se aprendem do não
Mesmo que não tenha mesada ou salário você pode aprender boas lições sobre o uso de dinheiro enquanto mora com seus pais. Por exemplo, quando lhes pede dinheiro ou que lhe comprem algo, pode ser que digam não. Por quê? Uma razão talvez seja que os seus desejos custem mais do que o orçamento da família permite gastar. Por dizer não ao seu pedido — embora talvez preferissem dizer sim — seus pais estão lhe dando um excelente exemplo de autodomínio. E o autodomínio é essencial para a boa administração do dinheiro.
Supondo que seus pais tenham condições de atender ao seu pedido, ainda assim, talvez digam não. Você pode achar que estão sendo mesquinhos. Mas pense no seguinte: eles talvez queiram lhe ensinar a importante lição de que a felicidade não depende de ter tudo o que se quer. Sobre esse assunto, a Bíblia diz: “O mero amante da prata não se fartará de prata, nem o amante da opulência, da renda.” — Eclesiastes 5:10.
A veracidade dessas palavras fica evidente em muitos casos de jovens cujos pais dão tudo o que eles querem. Esses jovens logo descobrem que nunca estão realmente satisfeitos. Não importa quantas coisas acumulem, eles sempre acham que é preciso comprar algo mais. Com o tempo, jovens que estão habituados a ter tudo o que querem poderão tornar-se adultos pouco apreciativos. “Se alguém está mimando o seu servo [ou filho] desde a infância, este se tornará posteriormente na vida até mesmo um ingrato”, avisou Salomão. — Provérbios 29:21.
Dinheiro é tempo
Algumas culturas têm o ditado: Tempo é dinheiro. Isso enfatiza que as pessoas precisam gastar tempo para ganhar dinheiro, e que desperdiçar tempo é desperdiçar dinheiro. O contrário desse ditado também é verdade — dinheiro é tempo. Se você desperdiça dinheiro, na realidade está desperdiçando o tempo que gastou para ganhá-lo. Aprenda a controlar o que gasta e aprenderá a controlar seu tempo. Como assim?
ASSUMA O CONTROLE
Quanto gastou no último mês? Gastou em quê? Não sabe? Veja como controlar seus gastos antes que seus gastos controlem você.
Mantenha um registro. Durante pelo menos um mês, registre as quantias de dinheiro que receber e a data em que recebeu. Descreva cada item que comprar e quanto custou. No fim do mês, some a quantia recebida e a quantia gasta.
Elabore um orçamento. Numa folha em branco, faça três colunas. Na primeira, aliste todo o dinheiro que espera receber no mês. Na segunda, aliste como planeja gastar seu dinheiro; use as informações em seu registro como guia. Ao longo do mês, escreva na terceira coluna a quantia que realmente gastou em cada despesa planejada. Escreva também todos os gastos não programados.
Não se esqueça: se desperdiçar dinheiro, você também estará desperdiçando o tempo que levou para ganhar esse dinheiro
Pense no que Ellena comentou: “Quando eu controlo o que gasto, controlo o quanto tenho de ganhar. Por fazer um orçamento prático e então aderir a ele, não preciso trabalhar horas extras para pagar grandes dívidas. Assim, controlo melhor meu tempo e minha vida.” Você também não gostaria de controlar sua vida assim?
________________________________________
* Os nomes foram mudados.
PARA VOCÊ PENSAR
Acha difícil controlar seus gastos? Por quê?
Por que você deve evitar o amor ao dinheiro? — 1 Timóteo 6:9, 10.
Lunda Tchokwe
Os Tchokwe / Chokwe desfrutam de uma admirável tradição de esculpir máscaras, esculturas e outras figuras. A sua arte inventiva e dinâmica, é representativa das várias facetas inerentes a sua vida comunitária, dos seus contos míticos e dos seus preceitos filosóficos. As suas peças de arte gozam de um papel predominante em rituais culturais, representando a vida e a morte, a passagem para a fase adulta, a celebração de uma colheita nova ou ainda o início da estação de caça. O nome Tshokwe apresenta algumas variantes (Tchokwe, Chokwe, Batshioko, Cokwe) e, entre os portugueses, ficaram conhecidos por Quiocos . "Nesta pagina podemos usar qualquer variante do nome Tshokwe (acima referido)"
Tradutor/Translation
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Duas Noticias Sobre Reabilitação da Barragem do Luachimo
É Mesmo Triste ver noticias deste tipo, a 1ª todos Ficaram contente e 2ª?:
1ª BARRAGEM DO LUACHIMO ESPERA AUMENTAR CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
Dundo, 15.Maio - A reabilitação da barragem hidroeléctrica do Luachimo, no município do Chitato, província da Lunda Norte, irá permitir o aumento da capacidade de produção de energia de oito para 24 mega watts, após a conclusão dos trabalhos.
Em declarações à Angop, o director técnico da empresa “Alrosa”, Alexander Guertchikov, disse que a reabilitação da barragem hidroeléctrica compreende a construção de nova estrutura de betão e a substituição de antigos equipamentos por outros modernos.
De acordo com o responsável, estudos de viabilidade para recuperação da estrutura, apontam que a primeira etapa de reabilitação terá duração de um ano e a segunda dois.
A respeito, adiantou que nos próximos dias, a empresa “Alrosa” e o governo provincial da Lunda Norte irão celebrar o contracto para execução do início da empreitada.
A empresa russa de construção de barragens “Alrosa” foi a responsável pela construção da central hidroeléctrica do Chicapa na província da Lunda Sul.
A barragem hidroeléctrica do Luachimo entrou em funcionamento em 1953, com quatro turbinas durante os cinquenta e cinco anos da sua existência e não mereceu qualquer reabilitação.
Actualmente encontram-se a funcionar três turbinas, este facto fez com que paralisa-se o fornecimento de energia aos municípios do Cambulo e Lucapa, beneficiando somente o Chitato.
Notícia AngolaPress
22-04-2010 3:09
Lunda Norte
2ª FALTA DE REABILITAÇÃO DE BARRAGEM CONDICIONA ABASTECIMENTO DE ENERGIA
Dundo - O governador em exercício na Lunda Norte, Moisés Chingongo, disse quarta-feira, no Dundo, que a falta de reabilitação da barragem hidroeléctrica do Luachimo tem estado a condicionar o fornecimento da energia eléctrica à população na região.
Falando durante uma visita à central hidroeléctrica do Luachimo, o responsável referiu que a infra-estrutura existe a cerca de 50 anos, nunca foi reestruturada e só funciona com duas turbinas de dois mega watts cada, das quatro instaladas inicialmente para o fornecimento de energia à cidade do Dundo, que tem uma população de cem mil habitantes.
Considerou que o crescimento demográfico de trezentos mil habitantes registado no Dundo nos últimos anos "exige" que se faça, urgentemente, uma intervenção na central hidroeléctrica, por forma a pôr em funcionamento as restantes duas turbinas e garantir o aumento e melhoramento da qualidade de energia nesta localidade.
Não tendo a real capacidade, a central hidroeléctrica do Luachimo é auxiliada por um grupo gerador de dois megas watts.
Notícia AngolaPress
1ª BARRAGEM DO LUACHIMO ESPERA AUMENTAR CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
Dundo, 15.Maio - A reabilitação da barragem hidroeléctrica do Luachimo, no município do Chitato, província da Lunda Norte, irá permitir o aumento da capacidade de produção de energia de oito para 24 mega watts, após a conclusão dos trabalhos.
Em declarações à Angop, o director técnico da empresa “Alrosa”, Alexander Guertchikov, disse que a reabilitação da barragem hidroeléctrica compreende a construção de nova estrutura de betão e a substituição de antigos equipamentos por outros modernos.
De acordo com o responsável, estudos de viabilidade para recuperação da estrutura, apontam que a primeira etapa de reabilitação terá duração de um ano e a segunda dois.
A respeito, adiantou que nos próximos dias, a empresa “Alrosa” e o governo provincial da Lunda Norte irão celebrar o contracto para execução do início da empreitada.
A empresa russa de construção de barragens “Alrosa” foi a responsável pela construção da central hidroeléctrica do Chicapa na província da Lunda Sul.
A barragem hidroeléctrica do Luachimo entrou em funcionamento em 1953, com quatro turbinas durante os cinquenta e cinco anos da sua existência e não mereceu qualquer reabilitação.
Actualmente encontram-se a funcionar três turbinas, este facto fez com que paralisa-se o fornecimento de energia aos municípios do Cambulo e Lucapa, beneficiando somente o Chitato.
Notícia AngolaPress
22-04-2010 3:09
Lunda Norte
2ª FALTA DE REABILITAÇÃO DE BARRAGEM CONDICIONA ABASTECIMENTO DE ENERGIA
Dundo - O governador em exercício na Lunda Norte, Moisés Chingongo, disse quarta-feira, no Dundo, que a falta de reabilitação da barragem hidroeléctrica do Luachimo tem estado a condicionar o fornecimento da energia eléctrica à população na região.
Falando durante uma visita à central hidroeléctrica do Luachimo, o responsável referiu que a infra-estrutura existe a cerca de 50 anos, nunca foi reestruturada e só funciona com duas turbinas de dois mega watts cada, das quatro instaladas inicialmente para o fornecimento de energia à cidade do Dundo, que tem uma população de cem mil habitantes.
Considerou que o crescimento demográfico de trezentos mil habitantes registado no Dundo nos últimos anos "exige" que se faça, urgentemente, uma intervenção na central hidroeléctrica, por forma a pôr em funcionamento as restantes duas turbinas e garantir o aumento e melhoramento da qualidade de energia nesta localidade.
Não tendo a real capacidade, a central hidroeléctrica do Luachimo é auxiliada por um grupo gerador de dois megas watts.
Notícia AngolaPress
O ALCOLISMO
Alcoolismo é geralmente definido como o consumo consistente e excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social ou profissional da pessoa. O alcoolismo pode potencialmente resultar em condições (doenças) psicológicas e fisiológicas, assim como, por fim, na morte. O alcoolismo é um dos problemas mundiais de uso de drogas que mais traz custos. Com exceção do tabagismo, o alcoolismo é mais custoso para os países do que todos os problemas de consumo de droga combinados.
Apesar do abuso do álcool ser um pré-requisito para o que é definido como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Para a maioria das pessoas, o consumo de álcool gera pouco ou nenhum risco de se tornar um vício. Outros fatores geralmente contribuem para que o uso de álcool se transforme em alcoolismo. Esses fatores podem incluir o ambiente social em que a pessoa vive, a saúde emocional e a predisposição genética.
O tratamento do alcoolismo é complexo e depende do estado do paciente.
Terminologia
Muitos termos são aplicados para se referir uma uma pessoa alcoólica e ao alcoolismo. Existe muita controvérsia a esse respeito, entretanto é consenso que:
'Alcoolismo' é uma doença.
O alcoólico pode Apresentar Prejuízos relacionados com o uso de álcool em todas as áreas da vida (Prejuízos físicos, mentais, morais, profissionais, sociais, entre outros).
O alcoólico perde a Capacidade de Controlar uma quantidade de bebida que ingere, uma vez que vence uma ingestão (Dependência Química). [Http: / / www.jfservice.com.br/viver/arquivo/dicas/2002/09/30-Vania /] Use'refere-se ao simples uso de uma substância. Uma pessoa que bebe qualquer bebida alcoólica está usando álcool.
Desvio', problema usar, euso tem pesadonão como definições padrão, mas sugerem que o consumo de álcool além do ponto onde causa física, social, moral ou dano ao bebedor. Os danos sociais e morais são altamente subjetivo e, portanto, diferem de indivíduo para indivíduo.
A expressãoabusotem uma Variedade de significados possíveis. Dentro da psiquiatria, o DSM-IV tem uma definição específica, Envolvendo um conjunto de circunstâncias da vida que acontecem por causa do uso da Substância. Na política, o abuso é freqüentemente usado para se referir ao uso ilegal de qualquer substância. Dentro do vasto campo da medicina, o abuso, por vezes, refere-se ao uso de medicamentos prescritos em excesso da dose prescrita ou A utilização de um medicamento de prescrição médica sem receita. Dentro da religião, o abuso pode se referir um qualquer uso de uma Substância mal Considerada. O termo é muitas vezes Evitado, pois pode causar confusão Devido ao Público que não necessariamente compartilham uma única definição.
Dependência'também tem várias definições, mas não é tão comumente usada comoabusofora da profissão médica. Medicina Física considera uma dependência uma adaptação física do corpo para uma presença persistente de álcool. Psychological Medicine considera uma dependência de ser uma dependência mental mentais de uma pessoa em cima de algo para Manter seu status quo. Estes dois são ocasionalmente diferenciadas como uma dependência física e psicológica. No campo da psiquiatria, dependência do álcool'é o termo que se Refere ao alcoolismo. Como resultado, o diagnóstico de dependência de álcool'não Necessariamente indica uma presença de dependência física.
A definição precisa devícioé debatido, mas em geral se Refere uma qualquer condição que faz com que uma pessoa continuar uma Demonstrar comportamentos nocivos para essa pessoa. Para o alcoolismo, que o comportamento é o consumo de bebidas alcoólicas. Algumas Condições que contribuem para o alcoolismo Incluem uma dependência física, condicionamento Neuroquímica, ea percepção de uma pessoa que os Benefícios do Álcool-los psicologicamente ou socialmente.
Remissão'é muitas vezes usado para se referir a, um estado onde um título não é mais que apresentam sintomas de alcoolismo. A Associação Psiquiátrica Americana considera um Remissão uma uma condição em que os sintomas físicos e mentais do alcoolismo não estão mais evidentes, Independentemente de haver ou não uma pessoa ainda é potável. Eels subdividir em Aqueles Remissão precoce em'ousustentadoeparcialoufaixa. Outros (principalmente Alcoólicos Anônimos) termorecuperaçãopara o usam descrever Aqueles que cessaram completamente o consumo de álcool. -
Efeitos fisiológicos do alcoolismo
O consumo excessivo de álcool leva a uma degradação do etanol em etanal pelo fígado, fato que consome NAD+ formando NADH. Na segunda reação para a formação de acetato também há consumo de NAD+ e formação de NADH, dessa forma o ciclo de Krebs (dependente de NAD+) é diminuído pela falta de NAD+, aumentando portanto o metabolismo anaeróbico das células, o que irá produzir mais ácido lático no organismo. Esse excesso de ácido lático no organismo compete com a excreção de urato contribuindo para o aumento de ácido úrico no sangue, o qual irá precitar em articulações gerando uma doença conhecida como gota.
Etanol no sangue
Etanol no sangue
Etanol no sangue (gramas/litro)
Estados
Sintomas
0,1 a 0,5
Sobriedade
Nenhuma influência aparente
0,3 a 1,2
Euforia
Perda de eficiência, diminuição da atenção, julgamento e controle
0,9 a 2,5
Excitação
Instabilidade das emoções, descoordenação muscular. Menor inibição. Perda do julgamento crítico
1,8 a 3,0
Confusão
Vertigens, desequilíbrio, dificuldade na fala e distúrbios da sensação.
3,7 a 4,0
Estupor
Apatia e inércia geral. Vômitos, incontinência urinária e fezes.
3,5 a 5,0
Coma
Inconsciência, anestesia. Morte
Acima de 4,5
Morte
Parada respiratória
Observações: Em média 45 gramas de etanol (120 ml de aguardente), com estômago vazio, fazem o sangue ter concentração de 0,6 a 1,0 grama por litro; após refeição a concentração é de 0,3 a 0,5 grama por litro. Um conteúdo igual de etanol, sob a forma de cerveja (1,2 litros), resulta 0,4 a 0,5 gramas de etanol por litro de sangue, com estômago vazio e 0,2 a 0,3 gramas por litro, após uma refeição mista.
Estatísticas [1]
acomete de 10% a 12% da população mundial e 11,2% dos brasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país;
a incidência de alcoolismo é maior entre os homens do que entre as mulheres;
a incidência é maior entre os mais jovens, especialmente na faixa etária dos 18 aos 29 anos, declinando com a idade;
o álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas;
de acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) entre estudantes do 1º e 2º graus de dez capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65% dos entrevistados, estando bem à frente do tabaco. Dentre esses, 50% iniciaram o uso entre os 10 e 12 anos de idade.
Tratamentos
Advertência: A Wikipedia não é um consultório médico.Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.
Os tratamentos para o alcoolismo são bastante variados porque existem múltiplas perspectivas para essa condição. Aqueles que possuem um alcoolismo que se aproxima de uma condição médica ou doença são recomendados a se tratar de modo diferentes dos que se aproximam desta condição como uma escolha social.
A maioria dos tratamentos busca ajudar as pessoas a diminuir o consumo de álcool, seguido por um treinamento de vida ou suporte social de modo que ajude a pessoa a resistir ao retorno do uso de álcool. Como o alcoolismo envolve múltiplos fatores que incentivam a pessoa a continuar a beber, todos estes fatores devem ser suprimidos para que se previnam com sucesso os casos de recaídas. Um exemplo para este tipo de tratamento é a desintoxicação seguida por uma combinação de terapia de suporte, atendimento em grupos de auto-ajuda, etc. A maioria dos tratamentos geralmente preferem uma abstinência de tolerância zero; entretanto, alguns preferem uma abordagem de redução de consumo progessiva[2].
A efetividade dos tratamentos para o alcoolismo varia amplamente. Quando considerada a eficácia das opções de tratamento, deve-se considerar a taxa de sucesso daquelas pessoas que entraram no programa, não somente aqueles que o completaram. Como o término do programa é a qualificação para o sucesso, o sucesso entre as pessoas que completam um programa é geralmente perto de 100%. Também é importante se considerar não somente a taxa daqueles que atingiram os objetivos do tratamento, mas também a taxa daqueles que tiveram recaídas. Os resultados também devem ser comparados com a taxa aproximada de 5% de pessoas que abandonam os programas por conta própria[3].
A desintoxicação trata os efeitos físicos do uso prolongado do álcool, mas na verdade não trata o alcoolismo. Após a desintoxicação estiver completa, as recaídas são propensas de ocorrer se não houver um tratamento subseqüente. A desintoxicação pode ou não ser necessária dependendo da idade, estado de saúde e histórico de ingestão de álcool da pessoa. Por exemplo, um homem jovem que quando consome álcool o faz em quantidades excessivas em um curto período de tempo, e busca tratamento uma semana após seu último uso de álcool, pode não precisar de desintoxicação antes de iniciar o tratamento para o alcoolismo.
Terapia em grupo e psicoterapia
Após a desintoxicação, diversas formas de terapia em grupo ou psicoterapia podem ser usadas para lidar com os aspectos psicológicos subconscientes que são relacionados à doença do alcoolismo, assim como proporcionar a aquisição de habilidades de prevenção às recaídas.
O aconselhamento em grupo através de ajuda mútua é um dos meios mais comuns de ajudar os alcoólicos a manter a sobriedades. Muitas organizações já foram formadas para proporcionar esse serviço, como os Alcoólicos Anónimos.
Racionamento e moderação
Os programas de racionamento e moderação do uso do álcool não forçam uma abstinência completa. Apesar de a maioria dos alcoólicos serem incapazes de limitar o seu consumo através destes programas, alguns passam a beber moderadamente. Muitas pessoas se recuperam do alcoolismo. Um estudo realizado em 2002 nos Estados Unidos mostrou que 17,7% das pessoas que tinham sido diagnosticadas como dependentes do álcool a mais de um ano (anteriormente à pesquisa) retornaram ao consumo de baixo risco de álcool [4].
Medicamentos
Embora não sejam necessários para o tratamento do alcoolismo, diversas medicações podem ser prescritas como parte do tratamento. Algumas podem facilitar a transição para a sobriedade, enquanto outras podem causar dificuldades físicas quando do uso do álcool. Na maioria dos casos, o efeito desejado é fazer com que o alcoólatra se abstenha da bebida.
O dissulfiram previne a eliminação de acetaldeído, um composto químico que o corpo produz quando quebra o etanol. É o acetaldeído que causa os diversos sintomas da "ressaca" após o uso do álcool. O efeito geral do medicamento é um grande desconforto quando o álcool é ingerido: uma "ressaca" desconfortável extremamente rápida e de longa duração. Isso desencoraja o alcoolista a beber quantidades significativas de álcool enquanto ele está tomando o medicamento. O consumo excessivo de álcool associado com o dissulfiram pode causar doenças severas e até a morte.
A naltrexona é um antagonista competitivo para os receptores opióides, bloqueando efetivamente a habilidade do corpo em usar as endorfinas e opiáceos. Ele também parece agir na ação da neurotransmissão do glutamato. A naltrexona é usada em duas formas muito diferentes de tratamento. O primeiro tratamento usa a naltrexona para diminuir os desejos pelo álcool e encorajar a abstinência. O outro tratamento, chamado extinção farmacológica, combina a naltrexona com o hábito normal de ingestão de álcool de forma para reverter o condicionamento das endorfinas que causam o vício ao álcool. A naltrexona é apresentada em duas formas. A naltrexona oral é uma pílula que deve ser tomada diariamente para ser eficiente. Vivitrol é uma formulação que é injetada nas nádegas uma vez ao mês.
Oxibato de sódio é o sal de sódio do ácido gama-hidroxibutírico (GHB). Ele é usado para a abstinência aguda do álcool e para a desintoxicação a médio e longo prazo. Essa droga melhora a neutrotransmissão do GABA e diminui os níveis de glutamato.
Baclofeno tem mostrado em estudos em animais e em pequenos estudos em humanos que melhora a desintoxicação. Esta droga atua como um agonista do receptor GABA B e isto pode ser benéfico.
Extinção farmacológica
A extinção farmacológica é o uso de antagonistas opióides como a naltrexona combinados com o hábito normal de ingestão de álcool para eliminar o desejo intenso pelo álcool[5]. Essa técnica obteve sucesso na Finlândia[6], Pensilvânia[7], e Flórida[8], e é às vezes citada como o Método Sinclair.
Terapia nutricional
O tratamento preventivo das complicações do álcool incluem o uso a longo-prazo de multivitaminas além de vitaminas específicas como B12 e folato.
Apesar da terapia nutricional não ser um tratamento propriamente para o alcoolismo, ela trata as dificuldades que podem surgir anos após o uso intenso de álcool. Muitos dependentes de álcool tem a síndrome da resistência à insulina, um distúrbio metabólico no qual a dificuldade do corpo em processar açúcares causa um suprimento desequilibrado na corrente sanguínea. Apesar do distúrbio poder ser diminuído com uma dieta hipoglicêmica, ele pode afetar o comportamento e as emoções, efeitos colaterais que freqüentemente são observados entre os álcool-dependentes em tratamento. Os aspectos metabólicos desta dependência são freqüentemente negligenciados, gerando resultados ruins para os tratamentos[9].
Apesar do abuso do álcool ser um pré-requisito para o que é definido como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Para a maioria das pessoas, o consumo de álcool gera pouco ou nenhum risco de se tornar um vício. Outros fatores geralmente contribuem para que o uso de álcool se transforme em alcoolismo. Esses fatores podem incluir o ambiente social em que a pessoa vive, a saúde emocional e a predisposição genética.
O tratamento do alcoolismo é complexo e depende do estado do paciente.
Terminologia
Muitos termos são aplicados para se referir uma uma pessoa alcoólica e ao alcoolismo. Existe muita controvérsia a esse respeito, entretanto é consenso que:
'Alcoolismo' é uma doença.
O alcoólico pode Apresentar Prejuízos relacionados com o uso de álcool em todas as áreas da vida (Prejuízos físicos, mentais, morais, profissionais, sociais, entre outros).
O alcoólico perde a Capacidade de Controlar uma quantidade de bebida que ingere, uma vez que vence uma ingestão (Dependência Química). [Http: / / www.jfservice.com.br/viver/arquivo/dicas/2002/09/30-Vania /] Use'refere-se ao simples uso de uma substância. Uma pessoa que bebe qualquer bebida alcoólica está usando álcool.
Desvio', problema usar, euso tem pesadonão como definições padrão, mas sugerem que o consumo de álcool além do ponto onde causa física, social, moral ou dano ao bebedor. Os danos sociais e morais são altamente subjetivo e, portanto, diferem de indivíduo para indivíduo.
A expressãoabusotem uma Variedade de significados possíveis. Dentro da psiquiatria, o DSM-IV tem uma definição específica, Envolvendo um conjunto de circunstâncias da vida que acontecem por causa do uso da Substância. Na política, o abuso é freqüentemente usado para se referir ao uso ilegal de qualquer substância. Dentro do vasto campo da medicina, o abuso, por vezes, refere-se ao uso de medicamentos prescritos em excesso da dose prescrita ou A utilização de um medicamento de prescrição médica sem receita. Dentro da religião, o abuso pode se referir um qualquer uso de uma Substância mal Considerada. O termo é muitas vezes Evitado, pois pode causar confusão Devido ao Público que não necessariamente compartilham uma única definição.
Dependência'também tem várias definições, mas não é tão comumente usada comoabusofora da profissão médica. Medicina Física considera uma dependência uma adaptação física do corpo para uma presença persistente de álcool. Psychological Medicine considera uma dependência de ser uma dependência mental mentais de uma pessoa em cima de algo para Manter seu status quo. Estes dois são ocasionalmente diferenciadas como uma dependência física e psicológica. No campo da psiquiatria, dependência do álcool'é o termo que se Refere ao alcoolismo. Como resultado, o diagnóstico de dependência de álcool'não Necessariamente indica uma presença de dependência física.
A definição precisa devícioé debatido, mas em geral se Refere uma qualquer condição que faz com que uma pessoa continuar uma Demonstrar comportamentos nocivos para essa pessoa. Para o alcoolismo, que o comportamento é o consumo de bebidas alcoólicas. Algumas Condições que contribuem para o alcoolismo Incluem uma dependência física, condicionamento Neuroquímica, ea percepção de uma pessoa que os Benefícios do Álcool-los psicologicamente ou socialmente.
Remissão'é muitas vezes usado para se referir a, um estado onde um título não é mais que apresentam sintomas de alcoolismo. A Associação Psiquiátrica Americana considera um Remissão uma uma condição em que os sintomas físicos e mentais do alcoolismo não estão mais evidentes, Independentemente de haver ou não uma pessoa ainda é potável. Eels subdividir em Aqueles Remissão precoce em'ousustentadoeparcialoufaixa. Outros (principalmente Alcoólicos Anônimos) termorecuperaçãopara o usam descrever Aqueles que cessaram completamente o consumo de álcool. -
Efeitos fisiológicos do alcoolismo
O consumo excessivo de álcool leva a uma degradação do etanol em etanal pelo fígado, fato que consome NAD+ formando NADH. Na segunda reação para a formação de acetato também há consumo de NAD+ e formação de NADH, dessa forma o ciclo de Krebs (dependente de NAD+) é diminuído pela falta de NAD+, aumentando portanto o metabolismo anaeróbico das células, o que irá produzir mais ácido lático no organismo. Esse excesso de ácido lático no organismo compete com a excreção de urato contribuindo para o aumento de ácido úrico no sangue, o qual irá precitar em articulações gerando uma doença conhecida como gota.
Etanol no sangue
Etanol no sangue
Etanol no sangue (gramas/litro)
Estados
Sintomas
0,1 a 0,5
Sobriedade
Nenhuma influência aparente
0,3 a 1,2
Euforia
Perda de eficiência, diminuição da atenção, julgamento e controle
0,9 a 2,5
Excitação
Instabilidade das emoções, descoordenação muscular. Menor inibição. Perda do julgamento crítico
1,8 a 3,0
Confusão
Vertigens, desequilíbrio, dificuldade na fala e distúrbios da sensação.
3,7 a 4,0
Estupor
Apatia e inércia geral. Vômitos, incontinência urinária e fezes.
3,5 a 5,0
Coma
Inconsciência, anestesia. Morte
Acima de 4,5
Morte
Parada respiratória
Observações: Em média 45 gramas de etanol (120 ml de aguardente), com estômago vazio, fazem o sangue ter concentração de 0,6 a 1,0 grama por litro; após refeição a concentração é de 0,3 a 0,5 grama por litro. Um conteúdo igual de etanol, sob a forma de cerveja (1,2 litros), resulta 0,4 a 0,5 gramas de etanol por litro de sangue, com estômago vazio e 0,2 a 0,3 gramas por litro, após uma refeição mista.
Estatísticas [1]
acomete de 10% a 12% da população mundial e 11,2% dos brasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país;
a incidência de alcoolismo é maior entre os homens do que entre as mulheres;
a incidência é maior entre os mais jovens, especialmente na faixa etária dos 18 aos 29 anos, declinando com a idade;
o álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas;
de acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) entre estudantes do 1º e 2º graus de dez capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65% dos entrevistados, estando bem à frente do tabaco. Dentre esses, 50% iniciaram o uso entre os 10 e 12 anos de idade.
Tratamentos
Advertência: A Wikipedia não é um consultório médico.Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.
Os tratamentos para o alcoolismo são bastante variados porque existem múltiplas perspectivas para essa condição. Aqueles que possuem um alcoolismo que se aproxima de uma condição médica ou doença são recomendados a se tratar de modo diferentes dos que se aproximam desta condição como uma escolha social.
A maioria dos tratamentos busca ajudar as pessoas a diminuir o consumo de álcool, seguido por um treinamento de vida ou suporte social de modo que ajude a pessoa a resistir ao retorno do uso de álcool. Como o alcoolismo envolve múltiplos fatores que incentivam a pessoa a continuar a beber, todos estes fatores devem ser suprimidos para que se previnam com sucesso os casos de recaídas. Um exemplo para este tipo de tratamento é a desintoxicação seguida por uma combinação de terapia de suporte, atendimento em grupos de auto-ajuda, etc. A maioria dos tratamentos geralmente preferem uma abstinência de tolerância zero; entretanto, alguns preferem uma abordagem de redução de consumo progessiva[2].
A efetividade dos tratamentos para o alcoolismo varia amplamente. Quando considerada a eficácia das opções de tratamento, deve-se considerar a taxa de sucesso daquelas pessoas que entraram no programa, não somente aqueles que o completaram. Como o término do programa é a qualificação para o sucesso, o sucesso entre as pessoas que completam um programa é geralmente perto de 100%. Também é importante se considerar não somente a taxa daqueles que atingiram os objetivos do tratamento, mas também a taxa daqueles que tiveram recaídas. Os resultados também devem ser comparados com a taxa aproximada de 5% de pessoas que abandonam os programas por conta própria[3].
A desintoxicação trata os efeitos físicos do uso prolongado do álcool, mas na verdade não trata o alcoolismo. Após a desintoxicação estiver completa, as recaídas são propensas de ocorrer se não houver um tratamento subseqüente. A desintoxicação pode ou não ser necessária dependendo da idade, estado de saúde e histórico de ingestão de álcool da pessoa. Por exemplo, um homem jovem que quando consome álcool o faz em quantidades excessivas em um curto período de tempo, e busca tratamento uma semana após seu último uso de álcool, pode não precisar de desintoxicação antes de iniciar o tratamento para o alcoolismo.
Terapia em grupo e psicoterapia
Após a desintoxicação, diversas formas de terapia em grupo ou psicoterapia podem ser usadas para lidar com os aspectos psicológicos subconscientes que são relacionados à doença do alcoolismo, assim como proporcionar a aquisição de habilidades de prevenção às recaídas.
O aconselhamento em grupo através de ajuda mútua é um dos meios mais comuns de ajudar os alcoólicos a manter a sobriedades. Muitas organizações já foram formadas para proporcionar esse serviço, como os Alcoólicos Anónimos.
Racionamento e moderação
Os programas de racionamento e moderação do uso do álcool não forçam uma abstinência completa. Apesar de a maioria dos alcoólicos serem incapazes de limitar o seu consumo através destes programas, alguns passam a beber moderadamente. Muitas pessoas se recuperam do alcoolismo. Um estudo realizado em 2002 nos Estados Unidos mostrou que 17,7% das pessoas que tinham sido diagnosticadas como dependentes do álcool a mais de um ano (anteriormente à pesquisa) retornaram ao consumo de baixo risco de álcool [4].
Medicamentos
Embora não sejam necessários para o tratamento do alcoolismo, diversas medicações podem ser prescritas como parte do tratamento. Algumas podem facilitar a transição para a sobriedade, enquanto outras podem causar dificuldades físicas quando do uso do álcool. Na maioria dos casos, o efeito desejado é fazer com que o alcoólatra se abstenha da bebida.
O dissulfiram previne a eliminação de acetaldeído, um composto químico que o corpo produz quando quebra o etanol. É o acetaldeído que causa os diversos sintomas da "ressaca" após o uso do álcool. O efeito geral do medicamento é um grande desconforto quando o álcool é ingerido: uma "ressaca" desconfortável extremamente rápida e de longa duração. Isso desencoraja o alcoolista a beber quantidades significativas de álcool enquanto ele está tomando o medicamento. O consumo excessivo de álcool associado com o dissulfiram pode causar doenças severas e até a morte.
A naltrexona é um antagonista competitivo para os receptores opióides, bloqueando efetivamente a habilidade do corpo em usar as endorfinas e opiáceos. Ele também parece agir na ação da neurotransmissão do glutamato. A naltrexona é usada em duas formas muito diferentes de tratamento. O primeiro tratamento usa a naltrexona para diminuir os desejos pelo álcool e encorajar a abstinência. O outro tratamento, chamado extinção farmacológica, combina a naltrexona com o hábito normal de ingestão de álcool de forma para reverter o condicionamento das endorfinas que causam o vício ao álcool. A naltrexona é apresentada em duas formas. A naltrexona oral é uma pílula que deve ser tomada diariamente para ser eficiente. Vivitrol é uma formulação que é injetada nas nádegas uma vez ao mês.
Oxibato de sódio é o sal de sódio do ácido gama-hidroxibutírico (GHB). Ele é usado para a abstinência aguda do álcool e para a desintoxicação a médio e longo prazo. Essa droga melhora a neutrotransmissão do GABA e diminui os níveis de glutamato.
Baclofeno tem mostrado em estudos em animais e em pequenos estudos em humanos que melhora a desintoxicação. Esta droga atua como um agonista do receptor GABA B e isto pode ser benéfico.
Extinção farmacológica
A extinção farmacológica é o uso de antagonistas opióides como a naltrexona combinados com o hábito normal de ingestão de álcool para eliminar o desejo intenso pelo álcool[5]. Essa técnica obteve sucesso na Finlândia[6], Pensilvânia[7], e Flórida[8], e é às vezes citada como o Método Sinclair.
Terapia nutricional
O tratamento preventivo das complicações do álcool incluem o uso a longo-prazo de multivitaminas além de vitaminas específicas como B12 e folato.
Apesar da terapia nutricional não ser um tratamento propriamente para o alcoolismo, ela trata as dificuldades que podem surgir anos após o uso intenso de álcool. Muitos dependentes de álcool tem a síndrome da resistência à insulina, um distúrbio metabólico no qual a dificuldade do corpo em processar açúcares causa um suprimento desequilibrado na corrente sanguínea. Apesar do distúrbio poder ser diminuído com uma dieta hipoglicêmica, ele pode afetar o comportamento e as emoções, efeitos colaterais que freqüentemente são observados entre os álcool-dependentes em tratamento. Os aspectos metabólicos desta dependência são freqüentemente negligenciados, gerando resultados ruins para os tratamentos[9].
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